Título Original: Azor
Diretor: Andreas Fontana
Ano: 2021
País de Origem: Argentina
Duração: 100min
Nota: 8
Sinopse: Yvan De Wiel, banqueiro privado de Genebra, vai para a Argentina em meio
a uma ditadura para substituir seu parceiro, objeto de rumores
preocupantes, que desapareceu da noite para o dia.
Comentário: Indicado a uma premiação paralela no Festival de Berlim. Um filme muito bom, que talvez tenha um ritmo difícil para a maioria. Eu gostei bastante da construção da narrativa que lembrou a um livro de Graham Greene. O diretor, neto de um banqueiro como o do filme, quis revirar os porões indigestos familiares sem que fosse um filme biográfico e entrevistou muitas pessoas que ele classificou como abomináveis para que o filme fosse feito, quis mostrar o lado das pessoas vis desse passado terrível da Argentina. Para mim funcionou muito bem, mesmo que fique perdido sem saber de tudo o que está acontecendo, é exatamente isto que deixa o filme interessante. A direção, de um estreante, é competente até demais. Um filme para entender a vilania do capitalismo e como se constrói a falácia da meritocracia.
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